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Detroit: Become Human – Rodada de Reviews

Confira a análise do jogo feita pela crítica nacional e internacional especializada

Por: Lucas Arbex   |   24/05/2018 - 12:32
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O exclusivo de PlayStation 4, Detroit: Become Human chega amanhã, 25 de maio, e desta forma, é hora de reunirmos as notas e análises da crítica nacional e internacional especializada.

  • Jogo: Detroit: Become Human
  • Desenvolvedora / Publicadora: Quantic Dream / Sony
  • Plataforma: PlayStation 4
  • Data de lançamento: 25 de maio de 2018
  • Preço: R$ 199,99

Sem mais delongas, vamos ver o que foi dito sobre o jogo da Quantic Dream:

Gamespot – 7/10

“Apesar de ser feito para múltiplas jogadas, é difícil imaginar alguém voltando para resolver todos os “problemas” e exaurir todas as possibilidades, apenas para completa-lo inteiramente. Depois de zerar o jogo, eu tentei voltar para escolher outro caminho e lutar contra meus instintos, mas não achei que valeu a pena. Vale a pena jogar Detroit, mas ele luta contra o balanço de lhe dar a liberdade de escolha e a barreira de ser apenas um jogo. Cage e Quantic Dream estão chegando perto de dominar este estilo de jogo, mas ainda falta um bom caminho.”[REVIEW COMPLETO]

GamesRadar+ – 4.5/5

“Detroit: Become Human é um jogo com grandes ideais, e níveis excelente de polimento, com imperfeições minúsculas. É ambicioso, tem uma história impecável, e é um dos jogos mais interessantes de sua geração. Ele irá dividir opiniões, e dar espaço para um monte de ladainha, algumas profundas e pensadas, e outras sensacionalistas e rasas. Essas discussões apenas irão mostrar o sucesso do jogo. E sim, é capaz dele ter longos anos de vida.”

IGN – 8/10

“Detroit: Become Human é um sci-fi de drama comovente no qual suas escolhas podem gerar um impacto ainda maior do que em outros jogos do mesmo gênero. Apesar de eu achar que a história foi tratada com uma certa suavidade, ela é muito bem escrita e o trio central de personagens é muito bem desenvolvido, de maneira que até comecei a me comover com eles e a torcer por suas conquistas. Mas ainda mais importante, é que Detroit oferece um vasto ramo de possibilidades para outras jogadas.”[REVIEW COMPLETO]

IGN Brasil – 8.6/10

“Detroit: Become Human é o game sobre androides que todos merecem. Embora tenha algumas falhas técnicas na jogabilidade, o game capta a essência do questionamento sobre a natureza humana e o transmite de forma convincente. Durante o jogo será possível sentir paz e tranquilidade, mas também terror e tristeza. Isso tudo em meio a dilemas morais, que deixam você pensando sobre a forma como age com os outros à sua volta. O que define os humanos: a cor do sangue, a capacidade de ter uma consciência própria, ou um corpo orgânico? A escolha é sua.”[REVIEW COMPLETO]

US Gamer – 3.5/5

“Detroit: Become Human é melhor que seus antecessores, por conta da conexão com os personagens, com os quais você acaba querendo passar mais tempo junto. A apresentação visual da Quantic Dream é muito boa, mas o roteiro deixa a desejar. Não é sútil, e algumas referências da história não são muito inovadoras. É melhor que Beyond: Two Souls, mas ainda tem espaço para crescer.[REVIEW COMPLETO]

Outras notas/reviews:

O exclusivo de PlayStation 4, Detroit: Become Human chega amanhã, 25 de maio, e desta forma, é hora de reunirmos as notas e análises da crítica nacional e internacional especializada.

  • Jogo: Detroit: Become Human
  • Desenvolvedora / Publicadora: Quantic Dream / Sony
  • Plataforma: PlayStation 4
  • Data de lançamento: 25 de maio de 2018
  • Preço: R$ 199,99

Sem mais delongas, vamos ver o que foi dito sobre o jogo da Quantic Dream:

Gamespot – 7/10

“Apesar de ser feito para múltiplas jogadas, é difícil imaginar alguém voltando para resolver todos os “problemas” e exaurir todas as possibilidades, apenas para completa-lo inteiramente. Depois de zerar o jogo, eu tentei voltar para escolher outro caminho e lutar contra meus instintos, mas não achei que valeu a pena. Vale a pena jogar Detroit, mas ele luta contra o balanço de lhe dar a liberdade de escolha e a barreira de ser apenas um jogo. Cage e Quantic Dream estão chegando perto de dominar este estilo de jogo, mas ainda falta um bom caminho.”[REVIEW COMPLETO]

GamesRadar+ – 4.5/5

“Detroit: Become Human é um jogo com grandes ideais, e níveis excelente de polimento, com imperfeições minúsculas. É ambicioso, tem uma história impecável, e é um dos jogos mais interessantes de sua geração. Ele irá dividir opiniões, e dar espaço para um monte de ladainha, algumas profundas e pensadas, e outras sensacionalistas e rasas. Essas discussões apenas irão mostrar o sucesso do jogo. E sim, é capaz dele ter longos anos de vida.”

IGN – 8/10

“Detroit: Become Human é um sci-fi de drama comovente no qual suas escolhas podem gerar um impacto ainda maior do que em outros jogos do mesmo gênero. Apesar de eu achar que a história foi tratada com uma certa suavidade, ela é muito bem escrita e o trio central de personagens é muito bem desenvolvido, de maneira que até comecei a me comover com eles e a torcer por suas conquistas. Mas ainda mais importante, é que Detroit oferece um vasto ramo de possibilidades para outras jogadas.”[REVIEW COMPLETO]

IGN Brasil – 8.6/10

“Detroit: Become Human é o game sobre androides que todos merecem. Embora tenha algumas falhas técnicas na jogabilidade, o game capta a essência do questionamento sobre a natureza humana e o transmite de forma convincente. Durante o jogo será possível sentir paz e tranquilidade, mas também terror e tristeza. Isso tudo em meio a dilemas morais, que deixam você pensando sobre a forma como age com os outros à sua volta. O que define os humanos: a cor do sangue, a capacidade de ter uma consciência própria, ou um corpo orgânico? A escolha é sua.”[REVIEW COMPLETO]

US Gamer – 3.5/5

“Detroit: Become Human é melhor que seus antecessores, por conta da conexão com os personagens, com os quais você acaba querendo passar mais tempo junto. A apresentação visual da Quantic Dream é muito boa, mas o roteiro deixa a desejar. Não é sútil, e algumas referências da história não são muito inovadoras. É melhor que Beyond: Two Souls, mas ainda tem espaço para crescer.[REVIEW COMPLETO]

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