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Divinity: Original Sin 2 | Um jogo para entrar na história

O mais forte candidato a ganhar o prêmio de Jogo do Ano

Por: Tomaz Martins   |   27/10/2017 - 14:47
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CLASSIFICAÇÃO GERAL

– Deixa eu fechar a janela aqui do quarto, pois o sol bate na tela do monitor e incomoda bastante – a visualização fica um pouco embaçada.
– Opa, Já é meu turno! Esse ranger no highground está dificultando muito esta luta.
– Já sei, vou usar aquela luva com teletransporte e joga-lo no meio dos meus guerreiros. O QUE? Por que eu não posso? Entendi, ele está com fortificar e não pode trocar de lugar. Quer saber? Vou deixa-lo aí mesmo e fazer chover, pra deixar todo mundo com debuff “wet”. Depois basta soltar um hail strike para congela-lo. O QUE? Não posso de novo? Ah, eu não tenho AP suficiente! Então vou buffar meu ladino pra ele conseguir dar mais dano em seu turno. Pronto! Agora é só esperar meu turno.
CRITICAL HIT!! Lá se foi meu ladino. Esqueci completamente do segundo arqueiro. F8 e bora tentar novamente.
– Mas calma aí, se já está sol quer dizer que já é dia!

Assim foi meu primeiro dia com Divinity Original Sin 2.

O jogo

A Larian Studios com certeza conseguiu criar um dos melhores rpgs de todos os tempos. Divinity: Original Sin II entra em um seleto grupo onde já se encontram Baldur’s Gate 2, The Witcher 3, Skyrim, Fallout e outras obras primas dos games.

O jogo encanta desde o momento da criação de personagem, na qual você pode escolher com total liberdade um personagem do zero, ou (o que eu recomendo fortemente) escolher uma das classes “origin”, onde existe uma bagagem histórica do personagem riquíssima. Aqui, você consegue customizar desde pontos de atributos, magias iniciais, talentos especiais até qual instrumento musical seu personagem tem mais aptidão. E um detalhe incrível: a escolha do seu instrumento muda completamente a forma como a trilha sonora do jogo é apresentada para você!

Como seu predecessor de 2014, Divinity: Original Sin 2 tem diversos elementos similares a D&D e Baldur’s Gate. Quem nunca jogou o primeiro game da série, pode ficar totalmente despreocupado, a história central do jogo se passa mais de 100 anos após os acontecimentos do primeiro game.

Quanto a narrativa, os roteiristas da Larian fizeram um trabalho incrível. Posso até concordar que a main quest não é das mais originais, já que se assemelha muito com a de Baldur’s Gate: 2 Shadow of Amn, que por sua vez já não era tão original quando a Beamdog a colocou em seu jogo. Mas isso nem de longe chega a ser um problema. Original Sin 2 é aquele tipo jogo que é impossível apreciar 100% do seu roteiro com um único gameplay. Um dos motivos é a profundidade dos personagem, já que você só pode andar com mais 3 companheiros e cada um tem sua quest line propria, o que é absolutamente cativante.

Fugindo da maioria dos rpgs, Divinity opta por uma seleção de grupo baseado em história e empatia, não apenas em habilidade de combate. Você pode escolher como cada membro iniciará a jornada ao seu lado ou ainda, se quiser, pode ignorar completamente todo o empenho e dedicação dos roteiristas, atores e dubladores e tentar buscar a divindade sozinho.

Mas não pense que a Larian Studio focou apenas em história nesta sequência. O sistema do combate por turno é desafiador e frustrante (muitas e muitas vezes), mas definitivamente recompensador. O sistema turn-based não é novidade nos games, mas o motor gráfico de “The Divinity Engine 2”, engine da qual a Larian é proprietária, nos trouxe um combate bastante fluido.

Como no primeiro game da série, você pode combinar os vários elementos do ambiente a seu favor no combate, ou ainda criar situações favoráveis com suas magias como, por exemplo, criar poças de veneno, tempestades e tornados. Todos esses elementos e magias no cenário reagem em contato com outras magias, criando efeitos que, além de simplesmente lindos, são também mortais para seus inimigos. Ou, você pode ignorar tudo isso e simplesmente, com seu pyromancer, jogar uma bola de fogo no meio do seu grupo que está em cima de uma poça gigante de oléo (que é, como todos sabem, altamente inflamável). É, por experiência própria, eu sei que você pode fazer isso… e fazer seu guerreiro tankudo queimar até a morte!

Foi assim então, com a ajuda de 42.713 pessoas, via Kickstarter, e com o magnífico trabalho de toda a equipe, que a Larian Studios nos entregou esse estonteante jogo que, além de ser o melhor jogo de 2017 (na minha opinião), com certeza é um clássico que entra numa seleta lista de gigantes. Divinity: Original Sin 2, é uma obra obrigatória, não só para amantes de rpg mas para todo gamer. Depois de mais de 80 horas, ainda me vejo naquela briga com o sol e a janela do quarto.

CLASSIFICAÇÃO GERAL

– Deixa eu fechar a janela aqui do quarto, pois o sol bate na tela do monitor e incomoda bastante – a visualização fica um pouco embaçada.
– Opa, Já é meu turno! Esse ranger no highground está dificultando muito esta luta.
– Já sei, vou usar aquela luva com teletransporte e joga-lo no meio dos meus guerreiros. O QUE? Por que eu não posso? Entendi, ele está com fortificar e não pode trocar de lugar. Quer saber? Vou deixa-lo aí mesmo e fazer chover, pra deixar todo mundo com debuff “wet”. Depois basta soltar um hail strike para congela-lo. O QUE? Não posso de novo? Ah, eu não tenho AP suficiente! Então vou buffar meu ladino pra ele conseguir dar mais dano em seu turno. Pronto! Agora é só esperar meu turno.
CRITICAL HIT!! Lá se foi meu ladino. Esqueci completamente do segundo arqueiro. F8 e bora tentar novamente.
– Mas calma aí, se já está sol quer dizer que já é dia!

Assim foi meu primeiro dia com Divinity Original Sin 2.

O jogo

A Larian Studios com certeza conseguiu criar um dos melhores rpgs de todos os tempos. Divinity: Original Sin II entra em um seleto grupo onde já se encontram Baldur’s Gate 2, The Witcher 3, Skyrim, Fallout e outras obras primas dos games.

O jogo encanta desde o momento da criação de personagem, na qual você pode escolher com total liberdade um personagem do zero, ou (o que eu recomendo fortemente) escolher uma das classes “origin”, onde existe uma bagagem histórica do personagem riquíssima. Aqui, você consegue customizar desde pontos de atributos, magias iniciais, talentos especiais até qual instrumento musical seu personagem tem mais aptidão. E um detalhe incrível: a escolha do seu instrumento muda completamente a forma como a trilha sonora do jogo é apresentada para você!

Como seu predecessor de 2014, Divinity: Original Sin 2 tem diversos elementos similares a D&D e Baldur’s Gate. Quem nunca jogou o primeiro game da série, pode ficar totalmente despreocupado, a história central do jogo se passa mais de 100 anos após os acontecimentos do primeiro game.

Quanto a narrativa, os roteiristas da Larian fizeram um trabalho incrível. Posso até concordar que a main quest não é das mais originais, já que se assemelha muito com a de Baldur’s Gate: 2 Shadow of Amn, que por sua vez já não era tão original quando a Beamdog a colocou em seu jogo. Mas isso nem de longe chega a ser um problema. Original Sin 2 é aquele tipo jogo que é impossível apreciar 100% do seu roteiro com um único gameplay. Um dos motivos é a profundidade dos personagem, já que você só pode andar com mais 3 companheiros e cada um tem sua quest line propria, o que é absolutamente cativante.

Fugindo da maioria dos rpgs, Divinity opta por uma seleção de grupo baseado em história e empatia, não apenas em habilidade de combate. Você pode escolher como cada membro iniciará a jornada ao seu lado ou ainda, se quiser, pode ignorar completamente todo o empenho e dedicação dos roteiristas, atores e dubladores e tentar buscar a divindade sozinho.

Mas não pense que a Larian Studio focou apenas em história nesta sequência. O sistema do combate por turno é desafiador e frustrante (muitas e muitas vezes), mas definitivamente recompensador. O sistema turn-based não é novidade nos games, mas o motor gráfico de “The Divinity Engine 2”, engine da qual a Larian é proprietária, nos trouxe um combate bastante fluido.

Como no primeiro game da série, você pode combinar os vários elementos do ambiente a seu favor no combate, ou ainda criar situações favoráveis com suas magias como, por exemplo, criar poças de veneno, tempestades e tornados. Todos esses elementos e magias no cenário reagem em contato com outras magias, criando efeitos que, além de simplesmente lindos, são também mortais para seus inimigos. Ou, você pode ignorar tudo isso e simplesmente, com seu pyromancer, jogar uma bola de fogo no meio do seu grupo que está em cima de uma poça gigante de oléo (que é, como todos sabem, altamente inflamável). É, por experiência própria, eu sei que você pode fazer isso… e fazer seu guerreiro tankudo queimar até a morte!

Foi assim então, com a ajuda de 42.713 pessoas, via Kickstarter, e com o magnífico trabalho de toda a equipe, que a Larian Studios nos entregou esse estonteante jogo que, além de ser o melhor jogo de 2017 (na minha opinião), com certeza é um clássico que entra numa seleta lista de gigantes. Divinity: Original Sin 2, é uma obra obrigatória, não só para amantes de rpg mas para todo gamer. Depois de mais de 80 horas, ainda me vejo naquela briga com o sol e a janela do quarto.


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